

👉📢🧐😱👀😳👀🌬💨Peido vaginal no sexo: médico desmistifica preconceito de “frouxidão”
Comum no sexo, o peido vaginal costuma causar constrangimento nas mulheres e carrega alguns preconceitos. Médico desmistifica o tema


Em entrevista ao Metrópoles, o ginecologista César Pates explica que, na maioria da vezes, trata-se apenas de ar que entrou na vagina e depois foi eliminado.
“Por isso, o som pode ser parecido com uma flatulência, mas não vem do intestino e, geralmente, não tem odor”, destaca.
No sexo, por exemplo, posições como vaqueira e quatro apoio estão mais propensas.
Desinformação
Além do mito preconceituoso de que isso acontece com mulheres que têm “vagina alargada”, o médico desmistifica a associação com falta de higiene.
“Isso não é verdade. A simples presença de ar não permite concluir nenhuma ‘frouxidão’.
O mais importante é entender que o corpo feminino produz sons e respostas completamente normais que ainda são tratados com vergonha”, reforça.
Segundo o especialista, práticas como yoga, pilates e alongamentos também são algumas das principais motivadoras.
O uso de absorventes internos ou coletores menstruais e algumas alterações da musculatura do assoalho pélvico também contribuem em determinadas mulheres.
“Depois do parto vaginal podem ocorrer mudanças na musculatura e elasticidade”, acrescenta.
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Quando vira alerta?
Embora seja um evento completamente benigno e comum, César ressalta que algumas circunstâncias merecem atenção.
Nesse caso, se a saída de ar da vagina for muito frequente e vier acompanhada de mau cheiro, secreção, dor, infecções e até liberação de fezes é essencial procurar um ginecologista para investigar.
“Uma situação rara, mas que precisa ser descartada diante desses sinais, é a presença de uma fístula entre o intestino e a vagina, que pode permitir a passagem de gases ou até de conteúdo intestinal para o canal vaginal”, cita.
Apenas a natureza do corpo feminino
Apesar de normal, é inegável que, para muitas mulheres, o peido vaginal costuma ser bastante constrangedor.
Por último, ao ser questionado se é possível evitar, o ginecologista ressalta que não existe uma maneira de impedir completamente, já que é um fenômeno mecânico.

“É importante não transformar isso em uma preocupação excessiva. Se acontece eventualmente e não existem outros sintomas, não significa que exista algo de errado com o corpo”, conclui.












