

👉📢🤔👅👄👠💞💔“Sexo sem prazer, orgasmo fingido”. Ciclo de desprazer: orgasmo é obrigação para homem e surpresa para mulheres
Do UOL, em São Paul
Dificuldade de alcançar o orgasmo pode estar relacionada ao chamado “ciclo do desprazer”. O problema é apresentado como “sexo sem prazer, orgasmo fingido, frustração, foco só na penetração, menos desejo”. A repetição leva à ideia de que o sexo “não é fonte de prazer, é obrigação”.
O que você precisa saber
Há uma diferença de expectativa entre homens e mulheres. Para os homens, o orgasmo é obrigatório e, para muitas mulheres, é uma surpresa, e isso está associado ao ciclo descrito.
Tema levanta a discussão sobre desigualdade no orgasmo. Prazer está profundamente conectado ao sexo, por isso há uma “lacuna do orgasmo”, com números que indicam 95% de orgasmo entre homens heterossexuais e 66% entre mulheres heterossexuais.
Além disso, mulheres lésbicas chegam ao orgasmo em 86% das relações sexuais. A comparação é usada para questionar por que, entre mulheres heterossexuais, o índice é menor, com a conclusão de que “a conta não fecha”.
Mulheres aprendem cedo a priorizar o prazer do outro. Isso acontece muito antes de escutar o próprio corpo e entender o próprio sentir. Nesse cenário, o sexo acontece, mas o clímax passa longe.
Por fim, prazer pode ser aprendido e conhecer o próprio corpo é um gesto de liberdade. Isso envolve curiosidade, conversa e permissão, e deve ser estimulado mutuamente dentro de uma relação.
Série aborda prazer feminino
A série documental “Fundamentos do Prazer” (2022), da Netflix, trata o prazer sexual como uma “via de mão dupla”. Discute por que mulheres relatam menos orgasmos do que homens em relações heterossexuais.
O documentário parte de depoimentos sobre o desconforto em falar de prazer. Entre as falas, aparecem reações como “Ah… prazer?”, “Falar sobre prazer pode ser… esquisito” e “Você não fala sobre isso”. Em seguida, a produção afirma que o tema, “sinceramente, não deveria” ser um tabu.
O documentário sugere que parte da experiência feminina é perceber que “isso pode ser melhor” e relaciona o tema a culpa e educação sexual. Uma das falas diz: “Queria saber como se faz para não se sentir culpada”, enquanto outra defende que “as mulheres devem se apropriar de sua saúde e do seu prazer”….
Em outro momento, a produção destaca a importância de conhecer o próprio corpo. Frases como “saber onde o clitóris fica é sabedoria” e “saber onde fica o próprio clitóris é poder” aparecem como parte dessa abordagem.
https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2026/04/07/serie-da-netflix-discute-lacuna-do-orgasmo-em-relacoes-heterossexuais.ghtm
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Por: José Maria Portilho Borges (Jornalista)- MTB: 18.144/MG.













