

J. S.
s*************@uorak.com
População relata enxurrada de usuários de drogas circulando pelas ruas, furtos frequentes e consumo de entorpecentes à luz do dia.
Apontado como chefe do esquema, o suspeito conhecido como “Machado 🪓 — homem branco, careca, que anda em um Ford Ka de duas portas — continua impune enquanto moradores sofrem com a omissão após dezenas de denúncias.
Patrocínio-MG — A situação nos bairros São Judas e Nossa SENHORA de Fátima chegou a um nível insustentável.
O que antes era uma comunidade tranquila transformou-se em um cenário de abandono e medo constante.
Os moradores denunciam que a região foi tomada por uma verdadeira rota de usuários de drogas (“nóias”) que circulam livremente pelas ruas, cometem furtos de objetos e consomem entorpecentes em plena luz do dia, inclusive em esquinas e pontos movimentados dos bairros.
O epicentro dessa rota de criminalidade continua concentrado na Rua Professor João de Melo, nas proximidades do número 400 (a casa branca com portão e grades).
É de lá que, segundo a comunidade, parte a comercialização comandada pelo suspeito conhecido como 🪓 Machado— amplamente conhecido no meio policial, descrito como um homem branco, careca, que passa horas parado do lado de fora monitorando a área a bordo de um Ford Ka de duas portas.
Crianças sem poder brincar e idosos apavorados
O impacto dessa onda de criminalidade destruiu a paz das famílias locais:
Infância roubada: As crianças dos bairros São Judas e Nossa Senhora de Fátima perderam o direito mais básico de sua idade.
Elas já não podem mais brincar nas calçadas ou andar de bicicleta nas ruas, acuadas pela presença constante de indivíduos alterados e estranhos circulando pela vizinhança.
Idosos prisioneiros em casa: Os moradores da terceira idade vivem sob pavor constante, trancados em suas residências com medo de abertura de portões ou abordagens violentas.
Muitos sequer conseguem sair para ir à padaria ou sentar-se na porta de casa para conversar.
Arrastão de furtos e consumo livre: O consumo de drogas e a prática de pequenos furtos de objetos nas garagens e quintais tornaram-se rotina, gerando um prejuízo incalculável e uma sensação completa de vulnerabilidade.
Revolta com a omissão: “Já fizemos várias denúncias e a polícia não aparece”
O que mais revolta os moradores é a falta de resposta das autoridades.
A comunidade afirma categoricamente que já ligou e protocolou inúmeras denúncias, mas, até hoje, a Polícia Militar nunca bateu de verdade nesse endereço.
Os residentes questionam como um suspeito com características tão claras — o homem careca do Ford Ka de duas portas — e com um ponto de venda tão evidente continua operando à luz do dia sem ser incomodado.
A exigência da comunidade
Os moradores dos bairros São Judas e Nossa SENHORA de Fátima não aguentam mais promessas e exigem uma ação enérgica imediata das forças de segurança de Patrocínio e do Poder Público.
A comunidade quer ver a polícia no endereço denunciado, quer o fim da circulação livre de criminosos e o resgate urgente do direito de ir e vir com segurança, para que as crianças voltem a brincar e os idosos tenham paz.










