As eleições de 2026 para deputados, governador, presidente e senador acontecem no mês de outubro.
E, ao que tudo indica, o eleitor já não está mais disposto a engolir imposições.
Em Patrocínio (MG), cresce o sentimento de que ninguém deve ser pressionado a votar “na marra”, como muitos afirmam ter ocorrido em pleitos anteriores, quando houve tentativas de direcionamento político dentro de grupos de influência.
Os longos quatro anos de mandato estão chegando ao fim — e, como diz o ditado, não adianta “bater em ferro frio” nem acreditar que promessa vazia vai, de repente, virar solução concreta. Chega de blá blá blá!
Deputados e deputadas que tiveram oportunidade de trabalhar pelo município e não apresentaram resultados agora voltam com o velho repertório: discursos, promessas e bravatas.
O eleitor, porém, parece mais atento.
A mensagem é “clara”: não repetir os mesmos erros.
Chega de candidatos “fabricados” ou empurrados na marra por interesses políticos.
A população não quer mais servir de massa de manobra nem de “cobaia” para projetos pessoais ou heranças políticas.
Em 2026, o voto é livre — e, mais do que nunca, consciente.