

👉🏻🤔💕🙌🏻💒⛪🫣🤭*Um apelo ao Padre da Paróquia São Sebastião💒 — Serra do Salitre*
Padre, faço este apelo com todo respeito à sua autoridade e ao seu ministério, mas também com a liberdade de quem ama a Igreja e não consegue permanecer em silêncio diante de algo que considero profundamente incoerente.
Mais de 30 jovens foram afastados do EJC por serem pais e mães solteiros.
Jovens que buscavam a Igreja, queriam servir e viver a fé.
Muitos, feridos por essa decisão, acabaram se afastando.
E é triste ver um movimento que um dia reuniu tantos jovens hoje tão reduzido.
O que causa ainda mais indignação é perceber que, enquanto alguns jovens foram afastados por sua realidade familiar, situações de *infidelidade e separação conjugal* envolvendo pessoas que também servem no movimento (AMBOS CASAIS SÃO TIOS) e na Igreja parecem ter recebido um tratamento diferente, permitindo que continuassem exercendo suas funções.
Então fica a pergunta: *onde está a coerência?*
Não questiono o direito de ninguém ao perdão, porque todos somos pecadores.
Questiono por que a misericórdia parece ter pesos diferentes.
Se existe espaço para perdão, conversão e recomeço para quem errou dentro de um matrimônio, por que não existe o mesmo acolhimento para um pai ou uma mãe solteiros que desejam permanecer próximos de Deus e servir à Igreja?
Jesus nos ensinou: *“Não julgueis, e não sereis julgados” (Lucas 6,37)*, e também nos ensinou que quem não tiver pecado seja o primeiro a atirar a pedra (João 8,7).
A Igreja deve orientar e corrigir, mas também acolher.
*Não pode transmitir aos jovens a sensação de que, para alguns, há perdão e oportunidade de recomeçar, enquanto para outros há apenas exclusão.*
Por isso, deixo esta reflexão, não por ódio, mas pela tristeza de ver jovens se afastando justamente de um lugar onde deveriam encontrar fé, esperança e acolhimento:
*Se Cristo abriu os braços para aqueles que precisavam de misericórdia, quem somos nós para decidir quem é digno de permanecer dentro da Sua casa?*










