

👉🏻😱🩺🚑🤔🩻🩹💉💊⚰🕯 REVIRAVOLTA! A plantonista Vanessa Cristina Lacerda Brandão era a MÉDICA RESPONSÁVEL pelo atendimento de Nayara e da bebê Ayla, que morreram.
Clica no link do Instagram da ” médica”🫵🏻😱🩺
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Portilho diante de toda essa difamação que vem sofrendo a Dra Ana Carolina Borges Rocha, resolvi vim aqui esclarecer os fatos ocorridos, que consigo te provar através do prontuário da paciente que está nas mãos da família da paciente.
A Dra Ana Carolina Borges Rocha no dia 11.08.2026 estava de plantão na Santa Casa de Patrocínio juntamente com a outra plantonista Vanessa Cristina Lacerda Brandão, a MÉDICA RESPONSÁVEL pelo atendimento da paciente Naiara.
O plantão da Santa Casa de Patrocínio funciona com dois médicos plantonistas, onde eles dividem os atendimentos.
A Dra Ana Carolina Borges Rocha NÃO realizou o atendimento à paciente Naiara, e em nenhum momento foi informada sobre o quadro clínico da mesma.
Único momento que ela teve contato com a paciente, foi quando ela recebeu o telefonema que a paciente estava em parada cardíaca e a mesma desceu para dar suporte aos outros médicos e enfermeiros.
E único contato que teve com a família foi durante a notícia do falecimento de Naiara, acompanhando a médica responsável Vanessa Cristina Lacerda Brandão.
O nome da Dra Ana Carolina aparece em prontuário como médica responsável, como aparece em várias outras internações daquele dia.
A prova é olhar o carimbo da outra médica Vanessa Cristina Lacerda Brandão no final de todos os atendimentos da paciente Naiara.
Resolvi vim aqui esclarecer toda essa história, porque acho injusto uma profissional de vários anos da cidade de Patrocínio ter sua imagem totalmente denegrida injustamente.
Isso é muita injustiça e precisa ser esclarecido.
A médica Vanessa Cristina Lacerda Brandão já deveria ter assumido que foi ela quem prestou atendimento à paciente.
Segue os dados da médica que prestou o atendimento à Naiara:
Pronto! Estralei🫵👊😡👎🚧🤮🤢🤧
👉🏻🦎🦎🦎”Aqui não lagartixa🦎🦎🦎! Aqui é azulejo… aqui você escorrega!🦎🦎🦎🫵🏻👊🏻”
👉📢👍🔍🕵🚨” Só sei uma coisa: as notícias
me persegue”.
👉✍👍Se não está no Portilho…. 🚀Não está no mundo 🌍🚀”.
Por: José Maria Portilho Borges (Jornalista)- MTB: 18.144/MG.













Na verdade, existe carimbo e assinatura das duas médicas. A médica da tarde deixou registrado que Naiara iria em casa e assim que voltasse, iria direto para internação pois estava com exames bastante alterados. Uma das médicas atendeu Naiara assim que chegou como se fosse uma paciente nova, mandou para internação e pediu os mesmos exames feitos durante a tarde ao invés de aproveitar os exames para continuar o tratamento (havia apenas 4 horas que os exames tinham sido feitos) e detalhe, a família não tinha acesso aos exames pois estavam com o Santa Casa. Ou seja, apenas as médicas podiam saber disso. A outra médica realmente também sumiu durante a madrugada mas a Naiara passou pelas duas supostamente. Ou então, ela deveria conversar com o hospital pois além de aparecer como médica responsável, estão usando assinatura e carimbo dela também.
Diante das informações apresentadas, entendo que o caso exige apuração técnica, imparcial e rigorosa, especialmente quanto aos registros constantes no prontuário médico.
Havendo registros, carimbos e assinaturas de mais de uma profissional, é necessário esclarecer, documentalmente, quem realizou cada atendimento, quais condutas foram adotadas, em quais horários, quais informações estavam disponíveis e quais providências foram determinadas durante o plantão.
A existência de um nome no prontuário, por si só, não deve levar a conclusões precipitadas. Da mesma forma, eventual ausência de determinado registro não pode afastar, sem a devida apuração, uma possível responsabilidade.
Diante da gravidade dos fatos e do falecimento de mãe e filha, a família tem direito à verdade, à transparência e à completa elucidação dos acontecimentos.
Que sejam analisados o prontuário integral, registros de atendimento, prescrições, exames, horários, escalas médicas e demais documentos pertinentes, garantindo-se o contraditório e a ampla defesa às profissionais envolvidas.
Não se busca condenar ninguém antecipadamente. Busca-se esclarecer os fatos, identificar eventuais responsabilidades e garantir que a verdade prevaleça.
Não pode simplesmente tratar isso como uma fatalidade.
Diante de tantas informações, versões divergentes e questionamentos sobre os atendimentos realizados, o que se espera é uma apuração rigorosa para esclarecer se houve falhas, omissões ou responsabilidades.
Enquanto as versões se cruzam e uma possível responsabilidade parece ser atribuída de um lado para o outro, Nayara e Ayla não estão mais aqui. A família permanece enlutada, convivendo com uma perda que jamais poderá ser reparada.
E fica uma pergunta que precisa ser respondida: diante da gravidade do caso, como ficam as profissionais envolvidas enquanto tudo ainda está sendo apurado?
E vai aparecer mais, pelo jeito!
Não se pede condenação antecipada. Pede-se investigação, transparência, responsabilidade e justiça.
Nayara e Ayla merecem respostas. A família merece respeito. E a verdade precisa aparecer.
Que VIM vem.
Pra mim é pior saber que tinha duas médicas plantonistas, e deixar a menina morre na crueldade, com tanta dor clamando pela vida dela e da bebê.
Verdade se eram 2 médicas no plantão ou se passou por duas as duas são responsáveis!
Ou se é aprendiz tem que ficar um que sabe coordenado!
Daqui a pouco vão culpar o PRESIDENTE BOLSONARO pelos os acontecimentos.
O presidiário Bolsonaro? Se fosse cirurgia com solda culpava ele kkk
2 médicas que não vale uma,, pq uma seria suficiente pra salvar a mãe e a filha
Cientista político, diante de um assunto tão complexo, vc vem com essa de política?
Sabe o que você é?
UMA PIADA DE MAU GOSTO. Ecaaaa
Como pode ter pessoas que vem fala de política em um assunto tão sério lamentável