

👉🏻🗣😱📢🚔😡🪗🎺🎷🎹🎤🎚🥁Parque de Exposições de Patrocínio: conflito entre zona industrial e residencial gera impasse sobre festas e barulho
NOTA DE ESCLARFECIMENTO: Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Defesa Social (SEMDES)
O Parque de Exposições, um dos principais palcos de eventos e shows do Alto Paranaíba, virou símbolo de um problema urbanístico que se arrasta há anos: a mistura entre área industrial e residencial no mesmo setor da cidade.
O que era para ser uma região afastada, projetada para atividades de grande porte, hoje está cercada por bairros.
E o resultado é o choque direto entre o direito ao lazer e ao trabalho de um lado, e o direito ao sossego e à qualidade de vida do outro.
A origem do problema: falha no plano diretor
Quando o Parque foi projetado, Patrocínio ainda não tinha bairros residenciais consolidados naquela região. O setor era classificado como industrial.
“Na época da concepção não havia moradia no entorno. Com o crescimento da cidade e a falta de atualização do plano diretor, o residencial avançou sobre a zona industrial”, explica a lógica que hoje gera os conflitos.
Especialistas em urbanismo apontam que esse tipo de conflito é comum em cidades de médio porte que cresceram rápido sem revisar o zoneamento. Corrigir agora exige revisão de plano diretor, desapropriação ou realocação – medidas caras e de longo prazo.
Como funciona a liberação de festas no Parque hoje
Apesar das reclamações, os eventos no Parque de Exposições acontecem com alvará emitido pela Prefeitura. O processo segue um rito administrativo com 5 etapas:
1. Protocolo: O produtor dá entrada no pedido do evento
2. Planejamento Urbano: Analisa horário, público, estrutura e adequação do espaço
3. Meio Ambiente: É aqui que se define o laudo técnico.
A pasta estabelece o nível de decibéis permitido e os horários de funcionamento com base na legislação de poluição sonora
4. SEMDES: Secretaria de Segurança, Defesa Social e Trânsito avalia logística, segurança e impacto no trânsito
5. Emissão do Alvará: Somente com todos os pareceres favoráveis o evento é liberado
Pela Prefeitura, cumprido esse rito não há responsabilidade direta do município com relação à perturbação do sossego.
A responsabilidade legal passa a ser do organizador do evento, que deve cumprir as condicionantes do alvará.
Para moradores dos bairros vizinhos, o problema não é o evento em si, e sim a extensão do horário e o volume acima do permitido.
As reclamações mais comuns são sobre shows que se estendem madrugada adentro e sobre a falta de fiscalização em tempo real.
Já para os produtores e para o setor de eventos, o Parque é um dos poucos espaços da cidade com estrutura para receber grandes shows, feiras e rodeios.
Fechar ou limitar demais os eventos representa prejuízo econômico e esvaziamento cultural.
Patrulha do Sossego: solução em estudo
Diante da pressão, a Prefeitura informou que estuda a criação de uma “patrulha de fiscalização do sossego noturna”.
O modelo prevê uma equipe da fiscalização e da SEMDES e Fiscais do PLANUR atuando no período noturno com decibelímetro, podendo autuar na hora caso os limites sejam ultrapassados.
A proposta ainda está em fase de estudo. Os desafios apontados são custo de pessoal, treinamento e aquisição de equipamentos.
Enquanto isso, uma alternativa que vem sendo discutida é firmar Termos de Ajustamento de Conduta com os promotores: definindo horário rígido de encerramento, exigência de sonômetro na entrada do evento e multas contratuais em caso de descumprimento.
Até lá, o Parque de Exposições segue sendo palco de um dilema comum a muitas cidades brasileiras: como conciliar desenvolvimento econômico com direito ao sossego, quando a cidade cresce e engole o seu próprio zoneamento.
Pronto! Estralei🫵👊😡👎🚧🤮🤢🤧
👉🏻🦎🦎🦎”Aqui não lagartixa🦎🦎🦎! Aqui é azulejo… aqui você escorrega!🦎🦎🦎🫵🏻👊🏻”
👉📢👍🔍🕵🚨” Só sei uma coisa: as notícias
me persegue”.
👉✍👍Se não está no Portilho…. 🚀Não está no mundo 🌍🚀”.
Por: José Maria Portilho Borges (Jornalista)- MTB: 18.144/MG.














KKKKKKKKKKK
Como assim ? Setor “industrial”.?? Que e quais são as “indústrias” existentes? Por acaso, a comunidade, a aldeia tem alguma indústria. ?
Uma comunidade de aposentados, herdeiros e CAFETEROS, nunca terá uma industriazinha sequer. Eu aqui de longe, de muito longe, tive informações que LOS CAFETEROS DEL CERRADO, não aceitam ter indústrias nessa comunidade para não inflacionar a mão de obra das FAMIGERDADAS PANHAS DE CAFÉ.
***Publique meus comentários, seja imparcial.***
E como alguém vai saber o máximo de decibeis e como comprar para cada evento? Esse documento é público?