

👉📢🚒🚨🚔🧐🔎🚔🔍🚑PM é preso por invadir hospital e executar paciente em sala de sutura

Uma ação conjunta das forças correcionais da Bahia resultou, nesta quinta-feira (16/4), na prisão do policial militar José Bomfim Ferreira da Silva, de 57 anos.
Ele é apontado como um dos autores de um homicídio qualificado ocorrido dentro do Hospital Geral de Itaparica em setembro de 2023. A prisão faz parte da primeira fase da Operação False Shield (Escudo Falso).
O Crime na Sala de Sutura
De acordo com o inquérito conduzido pela 19ª Delegacia Territorial, o crime ocorreu no dia 6 de setembro de 2023.
A vítima havia dado entrada na unidade após ser baleada no braço. Enquanto recebia atendimento na sala de sutura, foi surpreendida por José Bomfim e pelo também policial Antônio Daniel de Castro, de 42 anos.
Os dois PMs, que não estavam em serviço no momento da ação, efetuaram diversos disparos contra o paciente na presença de funcionários e outros usuários do hospital. Não satisfeitos com a execução, os agentes são acusados de:
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Alterar a cena do crime: Movimentando objetos e cápsulas para dificultar a perícia.
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Coação: Ameaçar testemunhas que presenciaram a invasão para que não relatassem a verdade dos fatos.
Prisão e Apreensões
José Bomfim foi localizado e preso no bairro de Manguinhos, em Itaparica. Com ele, as equipes apreenderam uma pistola, três carregadores, 87 munições e dois aparelhos celulares.
Já o segundo envolvido, Antônio Daniel de Castro, conseguiu escapar e é considerado foragido da Justiça. Equipes realizaram buscas em endereços ligados a ele nos bairros de Barro Branco (Itaparica) e Mar Grande (Vera Cruz), mas o suspeito não foi encontrado.
Resposta Institucional
A Operação False Shield contou com o apoio da Força Correicional Especial Integrada (FORCE) e das corregedorias da SSP e da Polícia Militar.
Em nota, as autoridades reforçaram que a conduta dos agentes é incompatível com os valores da corporação.
José Bomfim foi encaminhado à Corregedoria da PM e permanecerá custodiado no Batalhão de Choque. Ele responderá pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual.
As polícias Civil e Militar mantêm as diligências para localizar Antônio Daniel e pedem que qualquer informação sobre seu paradeiro seja reportada ao Disque Denúncia.















