

👉🚨😱📢🚔🚓🤔🚑🚒⚖🕯⚖CASO DA PM GISELE MAIS COMPLETO! Laudo mostra que tiro que matou PM Gisele foi dado de baixo para cima

Documento pericial ainda indica marcas de dedos e unhas no pescoço e na mandíbula da vítima, marcas típicas de casos de esganadura
A análise pericial indica que o disparo entrou pelo lado direito da cabeça, próximo à têmpora, e atravessou o crânio até provocar uma extensa lesão na parte superior esquerda (veja galeria abaixo).
A descrição técnica consta do laudo necroscópico elaborado pelo IML após a morte da policial, ocorrida em 18 de fevereiro deste ano, no apartamento onde ela vivia com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, na região do Brás, centro de São Paulo. Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas passou a ser tratado como morte suspeita, o que levou à ampliação das investigações.
De acordo com os peritos, o projétil entrou na lateral direita da cabeça e seguiu um caminho ascendente dentro do crânio, até produzir uma lesão de saída no lado esquerdo, na região frontal superior, com fratura extensa do osso e grande destruição do tecido cerebral. O exame concluiu que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico grave provocado por disparo de arma de fogo.
Os especialistas também apontaram que o disparo foi feito com a arma encostada na cabeça da vítima, característica indicada pela presença de fuligem e pelos efeitos dos gases da explosão da pólvora sobre os tecidos.
Marcas no pescoço
Além do tiro, os peritos identificaram lesões no rosto e no pescoço da policial compatíveis com pressão exercida por dedos e unha, conhecidas na medicina legal como “estigmas digitais”.
Segundo o laudo, havia quatro marcas arredondadas compatíveis com pressão de dedos na região da mandíbula e do pescoço, além de uma lesão superficial com formato de meia-lua, típica de unha.
Em exame complementar, também obtido pelo Metrópoles, os peritos reforçaram que as lesões na face e no pescoço são contundentes e compatíveis com pressão digital, ou seja, com compressão manual.
Essas marcas levantaram a hipótese de que a soldado possa ter sido esganada antes do disparo, como já mostrou o Metrópoles, provocando a suspeita de que ela teria desmaiado pouco antes de ser baleada.
Os peritos também encontraram o projétil alojado no couro cabeludo do lado esquerdo, após atravessar o crânio e provocar extensa fratura óssea.
Caso sob investigação
A morte de Gisele ocorreu na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento do casal no Brás, centro da capital paulista. Segundo relatado pelo marido da vítima à Polícia Civil, ele estava no banheiro quando ouviu um barulho semelhante a um disparo e encontrou a esposa caída na sala com a arma nas mãos.
A soldado Gisele chegou a ser levada ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois.
Com o avanço das apurações e a análise dos laudos periciais, a versão do tenente-coronel de que a esposa teria se suicidado, com um tiro na cabeça, fica mais distante do foco da Polícia Civil e da Corregedoria da PM. A ocorrência é tratada como morte suspeita.
Um inquérito policial foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte, e um inquérito policial militar paralelo também foi aberto para investigar eventuais responsabilidades dentro da corporação.
Coronel é parte na investigação
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido da vítima, aparece como parte no procedimento investigativo que tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), embora, até o momento, não haja acusação formal contra ele.
O caso segue em apuração e poderá, dependendo das conclusões das investigações, ser encaminhado à Vara do Júri.
Enquanto isso, os laudos periciais passaram a ocupar papel central na investigação, especialmente a reconstrução da trajetória do tiro e as marcas encontradas no pescoço da policial, que agora são analisadas para esclarecer se Gisele foi vítima de violência antes do disparo que a matou.
https://www.metropoles.com/sao-paulo/laudo-mostra-que-tiro-que-matou-pm-gisele-foi-dado-de-baixo-para-cima
PM morta: depoimentos expõem fragilidades na versão de marido coronel
Oficial diz que esposa teria se matado com tiro na cabeça. Laudo pericial indica que ela foi supostamente estrangulada antes do disparo

Depoimentos de testemunhas, registros das ligações de emergência, relatos de socorristas e informações do laudo pericial apontam pontos de fragilidade ou contradição em relação ao relato inicial do oficial.
Gisele foi encontrada baleada na cabeça, na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento em que o casal morava, na região do Brás, centro de São Paulo. Socorrida em estado gravíssimo, ela foi levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois.
Desde o início, o coronel alega que a mulher teria cometido suicídio. No entanto, detalhes reunidos ao longo da investigação passaram a enfraquecer essa versão.
A defesa do oficial foi procurada pelo Metrópoles para comentar o caso, mas não se manifestou. O espaço segue aberto.
Banho e chão seco
Uma das versões relatadas pelo próprio oficial é a de que ele estaria no banho quando ouviu um barulho vindo do apartamento. Ao sair do banheiro, segundo disse, encontrou a esposa caída no chão e fez as ligações de emergência.
Testemunhas, no entanto, relataram que o chão do apartamento estava seco, enquanto o coronel afirma ter saído do chuveiro instantes antes.
O inquérito também reúne relatos de que, após a chegada de pessoas próximas, o oficial teria tomado outro banho, já depois do socorro da vítima, o que também foi registrado nas investigações.
Ausência de sangue no corpo
Outro ponto que chamou a atenção de testemunhas foi o estado do coronel no momento em que equipes de resgate chegaram ao prédio.
Socorristas e policiais relataram que o oficial aguardava do lado de fora do apartamento, sentado no corredor do andar. Durante o período em que permaneceram próximos a ele, disseram não ter observado manchas de sangue em suas mãos, roupas ou no corpo, apesar da grande quantidade de sangue encontrada na cena em que Gisele estava caída.
Dentro do imóvel, bombeiros descreveram uma situação muito diferente, na qual a vítima estava entre o sofá e o rack da televisão, com sangue concentrado na região da cabeça, já parcialmente coagulado quando os primeiros socorros começaram.
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Coronel é proibido de entrar no prédio onde esposa PM foi achada morta
Intervalo entre ligações
Outro aspecto analisado pelos investigadores é a cronologia das chamadas feitas pelo coronel após o disparo.
Registros apontam que ele ligou primeiro para o 190 da Polícia Militar e, depois, para o 193 do Corpo de Bombeiros. Nos áudios dessas ligações, o oficial afirma que a esposa teria dado um tiro na própria cabeça.
Além disso, testemunhas relataram à polícia que, após os telefonemas às centrais de emergência, o coronel fez uma ligação para um amigo desembargador, que posteriormente foi ao prédio.
O desembargador
A ida do magistrado ao local também entrou no radar dos investigadores. De acordo com depoimentos reunidos no inquérito, ele se dirigiu ao prédio após conversar com o coronel por telefone e chegou a entrar no apartamento.
Segundo relatos, o magistrado teria permanecido no local enquanto o oficial se movimentava pelo imóvel, episódio que passou a ser mencionado nos depoimentos como parte da sequência de acontecimentos daquela manhã.
Limpeza do apartamento
Outro episódio citado no inquérito envolve a presença de três policiais militares femininas no apartamento, no fim da tarde do mesmo dia. De acordo com depoimentos, elas teriam ido ao local para limpar o imóvel, onde ainda havia marcas de sangue.
O episódio passou a ser analisado pelos investigadores por ocorrer antes da conclusão das etapas iniciais da apuração.
Versão sobre a separação
No relato apresentado por ele a testemunhas, o coronel afirmou que havia comunicado à esposa que pretendia se separar e se mudar para São José dos Campos. Segundo essa versão, Gisele não teria aceitado a decisão, e o disparo teria ocorrido depois dessa conversa.
A família da policial contesta essa narrativa. Parentes afirmam que o relacionamento era marcado por episódios de comportamento abusivo e sustentam que a soldado não apresentava sinais de intenção de tirar a própria vida.
Lesões no pescoço
Outro elemento que passou a integrar a investigação aparece no laudo pericial, que aponta a presença de lesões na região do pescoço da vítima.
O documento é analisado pelos investigadores para entender se as marcas podem estar relacionadas à dinâmica do episódio ou a algum outro tipo de interação física anterior ao disparo.
Investigação em andamento
Diante das inconsistências apontadas nos depoimentos e nos elementos reunidos no inquérito, a Polícia Civil segue reunindo provas para esclarecer a dinâmica da morte da policial militar.
Entre as medidas já autorizadas, está a exumação do corpo de Gisele, procedimento que pode trazer novas informações sobre a trajetória do disparo e as circunstâncias da morte.
Enquanto as apurações avançam, o caso continua cercado por perguntas ainda sem resposta. Muitas surgiram justamente a partir das divergências entre a versão inicial apresentada pelo coronel e os relatos registrados ao longo da investigação.
Coronel mudou tom ao ligar para 190 e 193 e relatar morte da esposa PM. Ouça

Nos áudios, oficial da Polícia Militar de São Paulo afirma que a esposa “se matou”, mas pede resgate ao dizer que ela ainda estava viva
Minutos depois de a soldado da Polícia Militar (PM) Gisele Alves Santana, de 32 anos, ser baleada dentro do apartamento em que morava com o marido, no último dia 18, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53, ligou para o 190 e relatou que a esposa havia se matado com um tiro na cabeça.
O áudio da ligação, obtido pela reportagem, mostra o oficial se identificando logo no início da conversa, em tom calmo e controlado, como integrante da corporação (ouça abaixo).
“Alô. Bom dia. É tenente-coronel Neto. Eu sou do CPA M5 [Comando de Policiamento de Área Metropolitano 5]. Estou na Rua Domingos de Paiva, 152, no Brás”, diz ele à atendente.
Poucos segundos depois, o oficial descreve o que teria ocorrido.
“A minha esposa é policial feminina. Ela se matou com tiro na cabeça. Manda o resgate, uma viatura aqui agora, por favor.”
A conversa segue em tom quase protocolar. O oficial responde às perguntas, confirma endereço, fornece o registro funcional e diz que a vítima era soldado da Polícia Militar.
Até o momento, o tenente-coronel consta como “parte” na investigação. A defesa dele não foi encontrada. O espaço segue aberto para manifestações.
“Ela deu um tiro na cabeça”
Em determinado momento da ligação, a atendente pergunta se ele havia verificado a respiração da mulher. A resposta do coronel indica que a vítima ainda apresentava sinais de vida, apesar de ele já ter afirmado que ela teria se matado. “Ela tá muito ruim, ela deu um tiro na cabeça. Manda o resgate logo”, respondeu o oficial.
A sequência chama a atenção porque, no mesmo telefonema, o oficial afirma inicialmente que a esposa “se matou”, mas logo depois pede socorro alegando que ela ainda estava em estado grave.
Outro tom ao falar com os bombeiros
A reportagem também teve acesso à ligação feita pelo oficial ao 193, dos bombeiros, realizada logo após o contato com a Polícia Militar.
No áudio, o tom de voz do coronel aparece diferente daquele ouvido na conversa com o 190. Se na chamada à PM ele fala de forma mais controlada e protocolar, no contato com os bombeiros a fala é mais tensa e emocional, com pausas e expressões de desespero (ouça abaixo).
A mudança de entonação ocorre justamente quando ele descreve a situação da esposa e insiste na necessidade de socorro imediato. Em vez da narrativa mais objetiva usada na ligação à PM, o oficial demonstra maior aflição ao relatar o quadro da vítima e ao pedir rapidez no atendimento.
Os dois áudios passaram a integrar o conjunto de elementos analisados por investigadores que tentam reconstruir a sequência de acontecimentos dentro do apartamento naquela manhã.
Intervalo entre o tiro e a ligação
De acordo com os registros da ocorrência, o telefonema para o 190 foi feito entre as 7h57 e 8h01. Uma vizinha que mora no mesmo andar do casal relatou à polícia ter sido acordada por seus cachorros às 7h28, atribuindo os latidos ao susto que levaram após ouvirem um forte estrondo que, segundo ela, teria sido o disparo da arma de fogo.
Se os horários forem confirmados, o intervalo entre o tiro e o pedido de socorro teria sido de aproximadamente 29 minutos.
Socorro e morte no hospital
Após o acionamento das equipes de emergência, Gisele foi socorrida em estado gravíssimo e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, na zona oeste paulistana.
Ela morreu às 12h04, segundo o atestado de óbito obtido pela reportagem, que aponta como causa da morte traumatismo cranioencefálico grave provocado por ferimento de arma de fogo.
Contradições e dúvidas na investigação
O caso passou a levantar suspeitas entre investigadores e profissionais que estiveram no local desde os primeiros momentos.
Entre os pontos que chamaram a atenção, estão a versão apresentada pelo coronel de que a esposa teria cometido suicídio, o intervalo de cerca de meia hora entre o disparo ouvido por vizinhos e o pedido de socorro, além do fato de nenhuma cápsula de munição ter sido localizada dentro do apartamento.
Também chamou a atenção dos investigadores a circunstância de a arma encontrada na mão da vítima pertencer ao próprio oficial, além da forma com a qual foi achada na mão da mulher. Depoimentos colhidos pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM apontam ainda inconsistências no relato inicial apresentado pelo militar sobre o que teria ocorrido no imóvel.
Avanço das investigações
Diante das dúvidas sobre a dinâmica da morte da policial, a Justiça autorizou a exumação do corpo de Gisele Alves Santana, medida considerada fundamental para esclarecer se o disparo foi compatível com suicídio ou se há indícios de outra causa.
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto solicitou afastamento das funções enquanto as apurações seguem em andamento.
O caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pela Corregedoria da PM.
Pronto! Estralei🫵👊😡👎🚧🤮🤢🤧
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👉📢👍🔍🕵🚨” Só sei uma coisa: as notícias
me persegue”.
👉✍👍Se não está no Portilho…. 🚀Não está no mundo 🌍🚀”.
Por: José Maria Portilho Borges (Jornalista)- MTB: 18.144/MG.































