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Por G1 Triângulo e Alto Paranaíba.

https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro

Dinheiro apreendido em Monte Carmelo durante a Operação 'Aquiles' — Foto: PM/DivulgaçãoDinheiro apreendido em Monte Carmelo durante a Operação 'Aquiles' — Foto: PM/Divulgação

Dinheiro apreendido em Monte Carmelo durante a Operação ‘Aquiles’ — Foto: PM/Divulgação

O Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Patos de Minas deflagrou na madrugada desta segunda-feira (2) a Operação “Aquiles” em cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.

O objetivo é cumprir 38 mandados de busca e apreensão e 38 mandados de prisão em Uberaba, Uberlândia, Monte Carmelo, Coromandel, Patrocínio, Delta, Prata e Patos de Minas.

Até a última atualização desta reportagem 14 pessoas haviam sido presas, sendo duas em Uberlândia.

Na cidade carros de luxo também foram apreendidos e levados para o pátio da Delegacia da Polícia Civil. Em Monte Carmelo, dinheiro, drogas e armas foram apreendidas.

Em Uberlândia, carros de luxo foram apreendidos e levados para o pátio da Delegacia da Polícia Civil — Foto: G1/G1Em Uberlândia, carros de luxo foram apreendidos e levados para o pátio da Delegacia da Polícia Civil — Foto: G1/G1

Em Uberlândia, carros de luxo foram apreendidos e levados para o pátio da Delegacia da Polícia Civil — Foto: G1/G1

O foco são integrantes de organizações criminosas investigados por tráfico de drogas, comércio ilegal de arma de fogo, comercialização de medicamento abortivo, anfetaminas, homicídios, corrupção e lavagem de dinheiro, obter vantagem de qualquer natureza. Os mandados foram expedidos pela Justiça de Monte Carmelo.

Foram empenhados 173 policiais militares, com viaturas caracterizadas e descaracterizadas, aeronaves, drones, cães, promotores de Justiça, analistas do Ministério Público e servidores do Poder Judiciário.

Uma entrevista coletiva à imprensa do balanço da operação será concedida às 11h30 na coordenação da unidade do Gaeco em Patos de Minas.

Polícia Militar auxilia no cumprimento de mandados de prisão em Monte Carmelo durante Operação 'Aquiles' — Foto: PM/DivulgaçãoPolícia Militar auxilia no cumprimento de mandados de prisão em Monte Carmelo durante Operação 'Aquiles' — Foto: PM/Divulgação

Polícia Militar auxilia no cumprimento de mandados de prisão em Monte Carmelo durante Operação ‘Aquiles’ — Foto: PM/Divulgação

Investigação

Segundo o Gaeco, a investigação começou em fevereiro de 2019 e contou com diversas medidas, dentre elas interceptação telefônica e ação controlada, que contribuíram para a elucidação de diversos crimes.

“A deflagração da operação visa garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal, atender a conveniência da instrução criminal e angariar mais provas dos crimes praticados”, disse o comunicado do órgão.

Comando

O comando da organização era exercido por dois indivíduos, entre eles um que cumpria pena em regime semiaberto na Penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira, em Uberaba.

Foi apurado pelo Gaeco que, ao sair pela manhã, todos os dias se dedicava exclusivamente ao empreendimento criminoso, sendo o responsável por distribuir cocaína e crack para diversas cidades do estado de Minas Gerais e até para cidades de outras unidades da federação.

Para isso, contava com a participação da esposa e das filhas, que atuavam no transporte, cobertura ao veículo que era usado para transportar a droga e controle de finanças da célula criminosa. Para dissimular a origem ilícita dos ativos, eles investiam em imóveis e carros de luxo.

Armas, drogas e munição foram apreendidas na Operação 'Aquiles' em Monte Carmelo — Foto: Polícia Militar/DivulgaçãoArmas, drogas e munição foram apreendidas na Operação 'Aquiles' em Monte Carmelo — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Armas, drogas e munição foram apreendidas na Operação ‘Aquiles’ em Monte Carmelo — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Comparsa

Segundo o Gaeco, o outro indivíduo que chefiava o empreendimento criminoso mantinha um laboratório de refino de cocaína e crack, drogas que eram comercializadas em pontos de revenda em Uberaba e outras cidades, identificados no empreendimento criminoso como “lojinhas”.

Para dissimular a origem ilícita dos ativos financeiros, ele empregava o dinheiro em imóveis e em cavalos de raça.

Outra célula do empreendimento criminoso era chefiada por uma pessoa que revendia a droga adquirida dos dois em Monte Carmelo, Estrela do Sul, Iraí de Minas, Coromandel, Abadia dos Dourados e outras cidades.

Além de drogas, este revendia ilegalmente armas de fogo e munições ilegalmente e contava com a ajuda de outras pessoas para a atividade ilícita.

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