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ADENDO….

 Esse “PULÃO DA CORE, MINISTERIO PÚBLICO” se estendeu também na “casa de apoio do pessonha” que sempre esta envolvida e monitorado pela Policia Federal, GAÉCO; esse ex-prefeito e proprietário da “casa de apoio” não ficam fora das paginas policiais.

O CORE e MP já fizeram “visitas na casa do pessonha, no posto de combustível dele e deve ir também a “ perdigueira” e outras empresa do ex-prediário, ex-prefeito e com ele já foi preso também o atual prefeito Fernandinho” cria do pessonha,  continua sendo o “ alvos” das investigações e diligencias.

👉🚨😱🚓🤔⚖ATÉ O VICE-PREFEITO ATUAL ESTA VAZADO, SAIU QUEBRANDO E O MINISTÉRIIO PÚBLICO E A CORETA NO ENCALÇO DO VINICÍUS.

Por G1 Triângulo e Alto Paranaíba


Operação 'Voto de Cabresto' em Perdizes — Foto: William Tardelli

Operação ‘Voto de Cabresto’ em Perdizes — Foto: William Tardelli

Mandados de prisão contra o vice-prefeito de Perdizes, Vinícius de Figueiredo Barreto (Cidadania), e dois funcionários da Prefeitura, cujas identidades não foram divulgadas, foram cumpridos na manhã desta sexta-feira (16) pela Operação “Voto de Cabresto”, realizada pela promotoria eleitoral do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pela Delegacia de Polícia Civil de Perdizes. O objetivo é combater o grupo criminoso responsável pela prática de ilícitos eleitorais.

(Correção: o G1 errou ao informar no título da reportagem que o vice-prefeito e funcionários da prefeitura já tinham sido presos. A informação foi corrigida às 12h10).

A ação também cumpriu 15 mandados de busca e apreensão, incluindo buscas na casa de dois vereadores de Perdizes, cujas identidades não foram divulgadas. Foram recolhidos documentos, dinheiro, aparelhos celulares e computadores utilizados no desenvolvimento das atividades ilícitas, as quais comprovadamente deturpavam o sistema eleitoral e o livre exercício do voto.

Buscas também foram feitas na Prefeitura e na Câmara Municipal de Perdizes, e em dois estabelecimentos comerciais, não informados. A Câmara de Perdizes de se posicionou sobre o caso (veja abaixo). O G1 também entrou em contato com a assessoria da Prefeitura para se manifestarem sobre a situação, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.

Vinícius Barreto é candidato a prefeito e já teve o registro deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o MP e a Polícia Civil, durante as investigações foi apurado que o grupo usava a máquina pública municipal para deturpar o processo eleitoral ao coagir e induzir outros servidores, em especial funcionários comissionados, a votarem em Vinícius para prefeito nas eleições municipais de 2020.

Conforme as corporações, durante as diligências investigativas foi também revelado que o vice-prefeito de Perdizes e os apoiadores forneciam materiais de construção – como tijolos, cimento, areia, telhas e portas – para eleitores em troca de voto.

De acordo com o MP e a polícia, mandados de prisão temporária foram cumpridos contra o vice-prefeito e dois funcionários da Prefeitura, por utilizarem de poder econômico e de influência política para ocultar provas e dificultar as investigações.

O que diz a Câmara

Em nota enviada ao G1, a Câmara de Perdizes informou que colabora com as investigações e está à disposição da Justiça. Confira a íntegra do posicionamento da Casa:

“Sobre a operação “Voto de Cabresto” deflagrada hoje no município de Perdizes pela Promotoria Eleitoral do Ministério Público de Minas Gerais e Polícia Civil, a Câmara Municipal esclarece que colabora com as investigações e estará sempre à disposição da justiça, contudo, lamentamos pré-julgamentos, uma vez que a operação é tão somente a averiguação de uma denúncia feita por terceiros.

Reafirmamos nosso compromisso com a transparência, e caso seja necessário, oportunamente voltaremos a nos pronunciar oficialmente sobre os fatos.”

Vinícius Barreto

Vinícius Barreto é vice-prefeito de Perdizes e é candidato a prefeito no pleito deste ano pelo Cidadania. Ele já teve o registro deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele assumiu a Prefeitura de Perdizes em maio de 2017 e ocupou o cargo de prefeito até abril de 2020.

Em 2017, o então prefeito de Perdizes, Fernando Marangoni, que tinha acabado de se reeleger, foi preso pela Operação “Isonomia” após ser flagrado recebendo R$ 20 mil em propina na cidade de Uberlândia. Dois dias depois, o vice-prefeito Vinícius Barreto assumiu o Executivo do município.

Foi deflagrada, pela 7ª Delegacia de Polícia Civil de Perdizes e o Ministério Público Eleitoral do Estado de Minas Gerais na manhã desta sexta-feira (16/10), a Operação “Voto de Cabresto”,  com o objetivo de desarticular uma organização responsável pela prática de inúmeros ilícitos eleitorais.

Durante as investigações foi possível apurar que o grupo usava a máquina pública municipal para deturpar o processo eleitoral ao coagir e induzir outros servidores,  em especial funcionários comissionados, a votarem na candidatura do atual vice-prefeito de Perdizes ao cargo de prefeito.

Durante as diligências investigativas foi também revelado que o vice-prefeito de Perdizes e seus apoiadores forneciam materiais de construção -como tijolos, cimento, areia, telhas e portas- para eleitores em troca de voto.

a operação foram cumpridos 03 (três) mandados de prisão temporária, expedidos em face do vice-prefeito e de dois funcionários da prefeitura, por utilizarem de poder econômico e de influência política para ocultar provas e dificultar as investigações.

Também foram cumpridos 15 (quinze) mandados de busca e apreensão, incluindo buscas na casa de dois vereadores de Perdizes, sendo recolhidos documentos, dinheiro, aparelhos celulares e computadores utilizados no desenvolvimento das atividades ilícitas, as quais comprovadamente deturpavam o sistema eleitoral e o livre exercício do voto.

Buscas também foram feitas na Prefeitura Municipal e na Câmara Municipal de Perdizes, e ainda em dois estabelecimentos comerciais. Participaram da operação “Voto de Cabresto” mais de 20 (vinte) policiais civis pertencentes ao Departamento de Polícia Civil de Uberaba e 18 (dezoito) policiais civis da CORE/PCMG (Coordenadoria de Recursos Especiais).

O nome da operação faz referência ao mecanismo de acesso aos cargos eletivos por meio da compra de voto com a utilização da máquina pública e ainda ao uso de coação e ameaças para que eleitores apoiem determinado candidato.

Da Redação com Imprensa Polícia Civil de Minas Gerais / Fotos e Vídeos: PCMG

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8 Comentarios

  1. patrocinio

    Em patrocinio nao e diferente funcionarios tercerizado e publico estao sendo ameaçado e os pequenos empresarios tambem ,isso e uma vergonha voto esecreto e nos vivemos numa democracia e nao em comunismo e nem voto cabresto pelo coroneis moderno

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  2. Julia

    Se vier em Patrocínio, heim?! Aqui a situação tá bem pior. Aqui é tudo na MARRA. Ou concorda com tudo que essa corja faz, ou então paga com a própria vida. Não se pode discordar ou muito menos denunciar nada. Política suja, nojenta…

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    1. CHAVINHO

      você quer denunciar a melhoria que teve na cidade, a cidade mudou completamente, melhor prefeito que ja existiu em patrocínio. Larga de ser ignorante JUJU.

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  3. Patty

    Já poderiam aproveitar e fazer uma visita aqui nessa cidade.
    A quadrilha aqui está agindo é na cara dura.
    Corja de vagabundos quer a mamãe $$$$$$$$ prefeitura de qualquer jeito, mas podem ficar tranquilos que a verdade vai vir a tona e a conta vai chegar.

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  4. Alcides Flausino

    Pessonha está com medo de perder a teta depois de 16 anos, uma vez que, possui Posto de Gasolina, Casa de Material de Construção (cunhado laranja) e Supermercado Perdigueira (amigo laranja) que não cansam de “fornecer baratin” para a prefeitura. E o mais estranho, é que a uns 20 anos atrás ele foi demitido da Cemig fazendo gatos de energia para madeireiras.

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  5. patrocinense

    Não podemos continuar com politicos corruptos e com nepotismos empregando parentes sem concurso publico e que muitas prefeituras do Brasil tem corrupção e nepotismo, vamos votar em candidatos honestos e não em desonestos.

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